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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Leituras curtinhas

Pensei Que o Meu Pai Era Deus


É uma colecção de histórias recolhidas, escolhidas e organizadas por Paul Auster.

Os ouvintes de uma estação de rádio foram convidados por Paul Auster a participar no programa contando uma história verdadeira. Foi um sucesso: mais de quatro mil relatos, as melhores (acho que devem ser as melhores) estão reunidas neste livro. 

O título é cómico e é de uma das histórias: um rapazinho (o narrador agora adulto) tinha um vizinho muito embirrante que fazia a vida negra a todas as crianças do bairro. Os pais das crianças também não o aguentavam. Até que num dia em que o tal vizinho perdeu a cabeça e desatou a gritar com os miudos, apareceu o pai do narrador e lhe gritou "Vá morrer longe! Até pode ser perto, mas morra!" E não é que o homem morreu mesmo? O miudo (e com razão) pensou que o pai era Deus.


terça-feira, 2 de março de 2010

Half the Sky


É sobre a instrução das mulheres nos países subdesenvolvidos e a forma como a instrução abre portas e quebra ciclos de pobreza e violência. Como enviar raparigas para a escola pode mudar as vidas desses países. Explica que permitir que as raparigas aprendam a ler e tenham algum tipo de educação não é só porque “coitadas, também têm direito e tal ...”, nem sequer está muito ligado aos direitos humanos. Está provado que quando as mulheres têm uma vida melhor, apostam na educação dos seus filhos, quebrando o ciclo de violência e pobreza dos seus países. É um investimento no futuro.

A Hillary Clinton explicou porque a atribuição do micro crédito é em 90% dos casos para as mulheres: elas investem, trabalham, mandam os filhos para a escola e pagam o empréstimo, enquanto que, nesses países, os homens utilizam o dinheiro para se exibirem aos amigos.

Outra coisa interessante que este livro chama a atenção, é sobre uma das maneiras que os EUA têm de prever onde vai rebentar um novo foco de violência no Afeganistão: vêm qual é a qualidade de vida \ nível de instrução \ submissão das mulheres dessas zonas.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Livros de Natal

Este ano foi só um. 
Mas para ajudar a planear uma viagem desejada há muito. Até sabe por dois (ou três)!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Festa dos livros Gulbenkian 2009

De 26 de Novembro a 23 de Dezembro.

Todos os dias das 10h00 às 20h00 na Loja do Museu Gulbenkian e na Livraria da Sede

Festa dos livros Gulbenkian 2009
Aqui se podem encontrar todas as publicações editadas pela Fundação, a preços reduzidos. De par com os livros, há também objectos com a marca da Fundação e outras sugestões para a época natalícia.

domingo, 4 de outubro de 2009

Receitas quase a dormir...

Tenho lido o "Julie & Julia" e tenho gostado muito, mas tem andado muuuuito devagar. Normalmente até leio rapidamente, mas o problema é que 1) leio antes de ir dormir 2) tem muitas receitas 3) quando a Julie começa a falar de muitos ingredientes que não conheço (pelo menos em inglês) fico com sono mais depressa 4) tenho preguiça de  ver no dicionário as palavras que não conheço.
Mas já me valeu um comentário admirado\incrédulo pela positiva "estás a ler um livro sobre cozinha? A sério?"
:)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Leituras de Férias 1

Férias verdadeiras não têm computador e passam-se longe da Internet.
De qualquer forma, como já estamos mais ou menos em meio termo, aqui vai:


Adoro livros bonitos de capa dura.

sábado, 25 de julho de 2009

Invejosa

Planta e Come

Ofereci este livro como prenda de aniversário numa festa que fui há pouco tempo. Fiquei a babar-me, invejosa, desde essa altura. É verdade. Ainda por cima, todas as pessoas que viram o livro diziam que "prenda tão gira, este livro é o máximo, conheço quem tem", etc, etc...
Diz lá que é para crianças, mas a minha ainda é muito pequena :)  

domingo, 7 de junho de 2009

BookCrossing

O infantário do meu filho é muito civilizado. 
Na festinha de final de ano organizaram uma troca de livros entre crianças e adultos. Os livros dos miudos estavam distribuídos em cima das mesas ao ar livre, mas o espaço dos pais... chamaram-lhe o espaço "zen". 
As crianças não estavam autorizadas a entrar. Mesmo, "os pais têm de se revezar, os meninos não podem entrar". Achei um bocado estranho, mas quando lá entrei, percebi o conceito "zen". Lá dentro não se ouviam gargalhadas ou gritinhos, as pessoas falavam baixinho sobre os livros à escolha e ouvia-se musica calma. 
O infantário do meu filho é muito civilizado.
Ainda bem. 

E ainda fiquei com o "Amesterdão" do Ian Mcewan, que andava à procura há imenso tempo e não conseguia encontrar.