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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Eu quero um destes

Eu embirro com o pó dos livros. É a única coisa que me faz gostar um bocadinho menos deles. A Apple lançou hoje o irmão mais velho do iPhone e do iPod, o iPad, que tem um aspecto bestial e que serve para ler o que quisermos e para fazermos quase tudo, incluindo ler. Dúvidas: porque é que tem de ser tão caro? aquece as mãos? as radiações que emite far-me-ão ficar maluquinha?...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Quase perfeito

Eu já ando há uns anos maravilhada com o Kindle, o computador para ler livros da Amazon, mas nunca tive coragem de comprar um, porque são caros como tudo.

Até porque na faculdade gozei com os computadores a substituirem os livros (ah! ah! ah! as loucuras da juventude) e deliciei-me com o anúncio do senhor sentadinho na sanita com um computador e seus pertences, teclado, rato e cabos, ao colo.

Até porque há poucos livros em português para o kindle.

Até porque desconfio que aquilo aqueça um bocadinho e emita radiações maléficas e eu tenha um quarto tendencialmente livre de más vibrações (sem velinhas e incenso, no entanto).

Sou atraída por todas as referências ao equipamento. Como este delicioso do New York Times.

Agora, o que eu nunca esperei ver ou sequer sonhar foi com um spray com cheiro de livro novo. Assim acabam-se as minhas dúvidas. Venha o Kindle. Desde que possa usar o spray nele.

terça-feira, 3 de março de 2009

Há que tempos que leio avidamente tudo o que encontro sobre o Kindle, o livro electrónico da amazon, a loja cibernética que começou por ser de livros e agora é de tudo. Adorei o "livro" desde o princípio mas desconfio sempre destas coisas. Se não aquecer as mãos, se for silencioso e se não tiver uma ventoínha para arrefecer, se não cheirar mal e se não emitir uma luz feia, sou capaz de ser cliente. Acho que ainda não há massa crítica suficiente para isso. São muitos ses, mas se funcionar, poupa muito papel, muitas árvores, muita tinta, muita energia a produzir os livros, etc. etc.
Por outro lado, adoro o David Pogue, o especialista do NYT que escreve o artigo e se ele disser que é para comprar, eu compro.